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Postada em 28/11/2020 ás 12h06

Governo ainda não fechou contrato para a aplicação do 1ª Enem Digital

Faltam apenas dois meses para a aplicação da prova

Faltando apenas pouco mais de dois meses da primeira edição do Enem Digital, o governo Jair Bolsonaro não fechou contrato para a aplicação da prova em computador. Portanto, ainda não estão definidos os custos e detalhes do sistema tecnológico em que os participantes farão a prova.

 

A demora na definição causa apreensão em técnicos do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e Ministério da Educação (MEC), responsáveis pelo exame. O ministro da Educação, Milton Ribeiro, não tem tido envolvimento com essa questão.

 

O exame em sua versão digital foi anunciado em julho de 2019, no qual o governo informou que o projeto-piloto do Enem no computador custaria R$ 20 milhões, para 50 mil candidatos. NO entanto, há 96.086 pessoas inscritas para essa versão, o que deve ampliar os gastos.

 

Com base na projeção do ano passado, o gasto no Enem digital seria de R$ 400 por inscrito. O valor é quase quatro vezes superior ao custo por estudante na prova em papel (R$ 105,52 em 2019). O governo recebeu 5,8 milhões de inscrições para o exame tradicional.

 

O projeto-piloto foi mantido mesmo em meio à pandemia de coronavírus. Com o adiamento da realização das provas para janeiro de 2021, as provas digitais estão agendadas para 31 de janeiro e 7 de fevereiro; a versão tradicional ocorre em 17 e 24 de janeiro.

 

O Inep decidiu que a Fundação Cesgranrio, que aplica o Enem em papel, também será a responsável pelo exame digital. Questionado pela reportagem, o Inep confirmou que tem a definição de custos da edição digital e que o contrato está em fase de finalização. A própria Cesgranrio desenvolverá software onde os alunos farão a prova, como também informado à Fiquem Sabendo, agência de dados especializada na Lei de Acesso.

 

Para o Enem em papel, o Inep publicou ainda em julho, no Diário Oficial da União, o extrato do termo de aditamento para a aplicação deste ano, em valor estimado em R$ 559 milhões, contrato este que não envolve a versão digital.

 

Os desafios da edição digital incluem, entre outras coisas, um sistema tecnológico que seja contra vazamentos, além das condições de infraestrutura para que as provas ocorram em computadores.  O Inep garante que as questões da prova digital já estão garantidas.

Quanto à redação, mesmo quem optar por fazer a prova digital deverá escrever a redação em papel. Os participantes terão que comparecer com máscaras e o Inep promete disponibilizar álcool em gel aos participantes dos dois modelos de prova.

 

A ideia do MEC é abandonar o papel de forma escalonada, migrando o Enem totalmente para o computador em 2026.

 

 

Fonte: Folhapress

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