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Postada em 28/01/2021 ás 15h48 - atualizada em 28/01/2021 ás 19h31

Em tempos de pandemia, Dirceu Andrade prova o valor de uma boa risada

Em tempos de pandemia, Dirceu Andrade prova o valor de uma boa risada

O isolamento social foi a principal medida adota para evitar a propagação do coronavírus. Porém o distanciamento, o isolamento, impôs uma mudança radical no estilo de vida das pessoas. O medo de ser contaminado, à impossibilidade do contato físico, trouxe sérios problemas que impactaram diretamente na saúde mental da população.

Diante de noticiários ruins e sufocantes, os humoristas, como o piauiense Dirceu Andrade, foram um verdadeiro antídoto, em meio a tanto estresse. Com o isolamento e fechamento do comércio, Dirceu começou a fazer os shows de humor durante lives no Instagram. “Recebi muitas mensagens de pessoas falando o quanto essas lives ajudam, ou ajudaram elas, principalmente no começo da pandemia, a não enlouquecerem. Pois, passaram por depressões profundas e as lives ajudavam (...)”, disse o comediante. 

O humorista explicou que o isolamento influenciou para que ele ficasse mais ativos nas rede sociais, principalmente no Instagram. “No dia que estava marcado um show no Teatro 4 de Setembro, 21 de março de 2020, eu não pude fazer, pois fechou tudo antes do dia do show. Então, eu comecei a divulgar que faria o show no Instagram. Eu divulguei, e tive mais 6 mil pessoas assistindo o show na live. No final tive quase 30 mil visualizações da live, que durou 1h. Hoje faço lives diariamente no café da manhã”, disse.

Mas visualizações não são garantia de estabilidade. Os artistas, em condições normais, tem uma vida sujeita a imprevisibilidades. De acordo com o Ministério da Economia, o setor de atividades artísticas, criativas e de espetáculos foi o mais afetado por causa das ações de combate ao novo coronavírus. As atividades do setor cultural dependem da aglomeração de gente para sobreviver. Os profissionais da área da cultura geralmente não ganham salário fixo, e não tem carteira assinada.

“O setor artístico foi o mais afetado, eu acredito. Foi muito difícil. No começo ano, em Março, eu tinha shows vendidos. Tinha show no Teatro 4 de Setembro, que os ingressos já estavam todos vendidos, e veio a pandemia. Foi muito difícil, e depois teve a lei de incentivo a cultura que funcionou. Deu para ficar trabalhando através do SIEC (Sistema Estadual de Incentivo à Cultura). Com a abertura do comércio, começamos a poder trabalhar, com até 100 pessoas na plateia”,  explicou o humorista.

O valor da boa risada tem efeitos positivos não só para quem está na plateia, mas também para quem faz as pessoas rirem. “Quando eu pude voltar e fiz o primeiro show [pós-isolamento social], em Parnaíba, eu vi que eu estava realmente precisando fazer o show presencial, porque eu realmente me senti muito melhor. Dava para ver no meu rosto no dia seguinte quando eu fiz a live do café da manhã, tradicional que eu tenho no Instagram. Todo mundo notou. Então, por exemplo, se eu ficasse bilionário, eu não deixaria de fazer meus shows. Se não, eu adoeceria, se eu parasse. Agora, eu entendo no tempo que eu passei seis meses sem me apresentar o porquê que eu fiquei me sentindo tão mal. É porque eu dependo de fazer show para me sentir bem”, finalizou Dirceu Andrade.

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