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Postada em 06/09/2019 ás 10h40 - atualizada em 06/09/2019 ás 11h14

Mais que um hobby: jovem fala sobre a arte de fazer cosplay

Estima-se que a prática de se fantasiar de personagens teve inicio na década de 70, nos EUA. Mas, só chegou ao Brasil nos anos 1990.

Cosplay, uma palavra comum aos fãs e interessados em cultura pop e que tem ganho cada vez mais notoriedade no meio social. O que antes era apenas um hobby, hoje é uma fonte de renda paras as pessoas que se dedicam a dar vida aos personagens. O termo cosplay é derivado do inglês e significa se fantasiar de personagens, que podem ir desde de uma história em quadrinho, livro, desenho, filme, TV até um meme.

Natural de Belém do Pará, mas residente em Teresina-Piauí, Samya Almendra, de 27 anos, ficou em primeiro lugar no concurso de cosplay do Museu do Vídeo Game Itinerante, que ocorreu na capital piauiense no último dia 17. “Tudo começou em 2012, quando ganhei uma peruca de presente e meses depois teve um evento voltado para essa temática e eu tive a curiosidade de participar. Pedi ajuda para minha mãe e fui. Entrei no concurso e fiquei em segundo lugar, o que foi uma surpresa para mim. Desde então nunca mais parei”, conta. 

Samya com cosplay de Saori kido de Cavaleiros do Zodíaco. Foto: Reprodução

Estima-se que a prática de se fantasiar de personagens teve inicio na década de 70, nos EUA, quando fãs de Star Wars realizavam encontros temáticos. Se espalhando pelo Japão, país de grande representação de animes e mangás, e, chegando ao Brasil por volta dos anos 1990. Atualmente, no país existem eventos e empresas especializadas no assunto. As fantasias vão desde o mais simples, até o mais complexo, dependendo do personagem escolhido. 

Samya Almendra destaca que um dos cosplay mais desafiadores que já fez foi a personagem Xayah do game “League of Legends”. “Ela tem pés de corvo e uma capa que é uma asa. Exigiu muito da minha criatividade, paciência e tempo. Deu muito trabalho, mas no fim, fiquei muito feliz com o reconhecimento do público. É realmente incrível tonar físico algo que encanta a gente”, afirma. 

A personagem Xayah e o cosplay de Samya. Foto: Reprodução

Sobre as dificuldades em sua carreira, a cosplayer conta que o investimento nas fantasias é alto, mas que em contrapartida não há muito espaço na cidade. “A maioria das pessoas que trabalham com cosplay têm que ir para outras cidades como o Maranhão ou o Ceará para competir, o que acaba saindo bem caro, tendo em vista o investimento que fazemos nas caracterizações”, aponta Samya. 

A cosplayer ainda realça a importância do apoio do público. “Participar de eventos e competições é bem divertido. Bate aquele frio na barriga, mas é gratificante está no palco caracterizada do personagem que você gosta e encontrar pessoas que gostam da sua performance e isso é tão importante quanto o prêmio. E todos podem fazer cosplay sabe. É dá vida ao seu personagem favorito e se divertir”, completa.  

 

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