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Postada em 24/10/2019 ás 10h30

Projeto promove a ressocialização de detentos através da leitura

A cada livro lido o reeducando recebe remição de quatro dias na sua pena.
Projeto promove a ressocialização de detentos através da leitura
(Foto: Thanandro Fabrício)

O Ministério da Justiça lançou em 2015 o Projeto Leitura Livre, que foi potencializado no Piauí em 2017 pela Secretaria de Justiça do Estado. Este projeto disponibilizado aos usuários do sistema prisional, visa a recuperação dos mesmos, através da cultura, conhecimento e educação, por meio da leitura.

No Piauí, 232 detentos fazem parte do Leitura Livre que, atualmente, abrange 11 penitenciárias do Estado. Joilson Ribeiro, detento participante do projeto, afirma que a leitura ajuda a desenvolver o senso crítico e disponibilizada estrutura para a ressocialização dos presos.

“Temos estrutura para a ressocialização. A humanização, de fato, existe. As psicólogas e assistentes sociais nos tratam com respeito. Isso não tem preço. Conversamos e discutimos sobre o que estamos lendo e, assim, desenvolvemos nosso senso crítico”, destaca Joilson.

Yara Rodrigues, assistente social e coordenadora do Leitura Livre na unidade Irmão Guido, penitenciária em Teresina que tem 35 reeducandos inscritos no projeto, explica que a leitura é uma ferramenta de ressocialização e que cada vez mais detentos são incluídos no projeto.

“É uma excelente ferramenta de ressocialização. Estamos inserindo cada vez mais reeducandos no Leitura Livre. Percebemos que eles querem combater a ociosidade, e esse projeto fornece esse estímulo”, afirma Yara Rodrigues.

A cada obra lida, o reeducando recebe remição de quatro dias na sua pena. Eles produzem um resumo sobre o livro, que são avaliados por uma comissão técnica

Dihna Miranda, diretora de humanização da Secretaria de Justiça do Piauí (Sejus-PI), afirma que os livros passam por uma triagem, em que são analisados alguns requisitos, antes de serem encaminhados para os reeducandos.

“Não podemos permitir que o reeducando leia qualquer livro. Tem que ser uma leitura leve, que faça bem a ele, como clássicos da literatura, romances, ficção, religiosos, autoajuda”, destaca Dihna Miranda.

Ainda segundo Dihna Miranda, a leitura promove a ressocialização dos presos e ajuda no comportamento. 

“Muitos entram pensando só na remição, mas, ao longo dos ciclos, percebem o quão importante é a leitura”, afirma a diretora de humanização do Sejus.

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