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Postada em 25/08/2020 ás 09h54 - atualizada em 25/08/2020 ás 20h12

Polícia Federal cumpre mandados e prende suspeitos de fraudar empréstimos

O alvo da operação é o núcleo da associação criminosa e principais articuladores.
Polícia Federal cumpre mandados e prende suspeitos de fraudar empréstimos
Polícia Federal cumprem mandados em Teresina. Foto: Divulgação/PRF

A Polícia Federal cumpre cinco mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão na manhã desta terça-feira (25) em Teresina. Esta é a segunda fase da operação Margem Livre, que investiga empréstimos consignados junto à Caixa Econômica Federal, obtidos ilegalmente, com falsificação de documentos em nome de servidores públicos estaduais. 

O alvo da operação é o núcleo da associação criminosa e principais articuladores. Segundo a investigação, o prejuízo ao banco com com obtenção ilícita de empréstimos é estimado em R$ 149 mil. "Avalia-se que o montante seja maior, considerando a habitualidade e reiteração de conduta dos integrantes do consórcio criminoso", informou nota da PF. 

Entre os presos estão Elisa Amélia Rodrigues Alves Prado, irmã do delegado de Polícia Civil, Mamede Rodrigues. Ela é suspeita de integrar a organização criminosa que falsificava documentos de servidores estaduais para obter ilegalmente empréstimos junto à Caixa Econômica Federal. Elisa já tem passagem pela Polícia. Em 2014, foi presa por crime de estelionato. Na mesma ocasião, ela também usava documentos falsos para contrair empréstimos.

Além dela, foram presos Francisco de Sousa Costa, Francisco das Chagas Rodrigues dos Santos, Maria Gorete Carvalho Mascarenhas e Eveline Sucupira França.

"As investigações apontaram que essa organização criminosa tinha acesso aos contracheques dos servidores públicos estaduais, faziam um filtro, uma seleção, daqueles que tivessem uma margem consignada maior e com uso de documentos falsos obtinham junto à Caixa e em benefício dessa organização criminosa, os referidos empréstimos fraudulentos", afirma a superintendente  da Polícia Federal, Mariana Calderon

Os investigados podem responder pelos crimes de estelionato qualificado, falsificação e uso de documentos público e privado, além de associação criminosa, cujo somatório de penas pode alcançar 19 anos de reclusão.

Ao todo, 26 policiais federais cumprem as ordens judiciais. O nome da operação faz referência à margem consignável, ou margem livre, constante no contracheque dos servidores públicos e usada pelo grupo criminoso para a obtenção dos empréstimos fraudulentos.

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