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Teresina

Por Redação
Postada em 13/10/2020 ás 09h36 - atualizada em 13/10/2020 ás 11h10

Motoristas e cobradores iniciam nova greve nesta manhã em Teresina

57 vans e ônibus que operaram durante a última greve devem fazer o transporte dos usuários e novos veículos devem ser contratados ao longo do dia.
Motoristas e cobradores iniciam nova greve nesta manhã em Teresina
Foto: Reprodução

Motoristas e cobradores de ônibus de Teresina iniciaram uma nova greve na manhã desta terça-feira (13). A paralisação foi anunciada ainda na sexta-feira (9) pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro).

De acordo com o Sintetro, o movimento grevista se dá em razão da falta de cumprimento da Medida Provisória 936, editada pelo Governo Federal durante a pandemia do novo coronavírus, onde não está havendo o pagamento por parte das empresas de 30% da suspensão de contrato, valor do vale-alimentação e plano de saúde, além da falta de estrutura das paradas finais.

Para o Sintetro, a reivindicação tem sido discutida desde o início da pandemia, quando o transporte público de Teresina ficou paralisado por conta do decreto municipal. No entanto, alguns trabalhadores que tiveram os contratos de trabalhos suspensos têm recebido apenas 70% do salário pago pelo Governo Federal, restando pendente a parte de obrigação dos empresários.

De acordo com, Weldon Bandeira, da Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), 57 vans e ônibus que operaram durante a última greve devem fazer o transporte dos usuários e novos veículos devem ser contratados ao longo do dia.

Sem previsão de acordo, os trabalhadores reivindicam ainda melhores condições para execução das funções, como Equipamentos de Proteção Individual (EPIs), ticket alimentação e também plano de saúde, que a categoria alega ter sido retirada durante a pandemia.

Para que a população não fique sem transporte público, a Prefeitura de Teresina tem disponibilizado meios alternativos para os usuários, como vans e ônibus particulares já cadastrados na última greve realizada pelo Sintetro.

O usuário que necessitar do transporte alternativo poderá fazer o pagamento da passagem com vale transporte ou em dinheiro no valor de R$ 4,00 e não será aceita meia passagem. 

O SETUT informou por meio de nota que recebeu com estranheza a informação sobre a greve de motoristas e cobradores. Afirmou que as empresas vêm cumprido com os pagamentos da folha aos seus colaboradores (motoristas, cobradores e demais setores), e que sobre o ticket alimentação e plano de saúde, a entidade esclarece que desde de janeiro de 2020, as empresas estão desobrigadas a pagar, uma vez que estes itens não foram motivos de negociação coletiva para 2020. 

Confira a Nota na Íntegra:

"O Sindicato das Empresas de Transportes Urbanos de Passageiros de Teresina (SETUT) informa que recebeu com estranheza a deflagração de greve por motoristas e cobradores nesta terça-feira, dia 13. 

A entidade reforça que não houve uma comunicação formal do Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro), conforme previsão legal, para o SETUT e a Strans. 

O Sindicato lamenta a atitude ilegal da categoria que na manhã de hoje (13) não permitiu que nenhum veículo saísse das garagens, infringindo, mais uma vez, a última decisão do TRT e MPT que determinou em agosto passado, que 70% da frota circulasse em horário de pico e 30% em horário entrepico. 

Além disso, a entidade repudia a intransigência da categoria laboral que fez várias ameaças de depredação de ônibus, caso os mesmos fossem liberados das garagens e circulassem pela cidade. 

O SETUT informa que acionará o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) ainda hoje para que os órgãos intercedam diante de tantos atos ilegais contra a população, principal prejudicada com o movimento grevista. 

Vale ressaltar que as empresas vêm cumprido com os pagamentos da folha aos seus colaboradores (motoristas, cobradores e demais setores). Sobre o ticket alimentação e plano de saúde, a entidade esclarece que desde de janeiro de 2020, as empresas estão desobrigadas a pagar, uma vez que estes itens não foram motivos de negociação coletiva para 2020. 

Portanto, não há obrigação legal. As empresas destacam ainda que motoristas e cobradores têm recebido material de Proteção Individual, conforme é previsto pelo Plano de Segurança do Transporte Público."

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