Hello! How are you? Quem está acompanhando as redes sociais ultimamente já deve ter visto uma trend que está rolando, em que relembramos como estava a nossa vida 10 anos atrás, em 2016. Isso me inspirou a vir conversar com vocês sobre como estava o mundo da arte nessa época. Vocês lembram? Vou trazer alguns fatos que nos farão viajar de volta para aquele ano. Vamos lá?
Lá fora, as grandes feiras internacionais viviam um verdadeiro boom. A Art Basel já reinava absoluta em Basileia, Miami e Hong Kong, enquanto a Frieze, em Londres e Nova York, se consolidava como um dos eventos mais aguardados do calendário global. Artistas, galerias, colecionadores e curiosos se encontravam para ver as tendências do mercado e entender para onde a arte estava indo. De lá para cá, esse sucesso das feiras só aumentou, né?
Aqui no Brasil, a 32ª Bienal de São Paulo traduziu perfeitamente o espírito daquele momento. Com o tema “Incerteza Viva”, a mostra dialogava diretamente com o clima político, social e ambiental do mundo em 2016. Tudo parecia instável e em transformação, e a arte assumia esse lugar de reflexão sensível, provocando vários questionamentos.
Os museus também começaram a mudar a forma de se relacionar com o público. Em 2016, cresceu o interesse por experiências imersivas, com uso de tecnologia, vídeo, som e instalações sensoriais. Era o começo de uma nova forma de vivenciar a arte, com espaços "instagramáveis" e exposições que colocavam o público "dentro" do universo dos artistas.
Aquele ano foi marcado por uma despedida marcante. A morte de David Bowie, em janeiro, abalou o mundo da cultura. Ele era um artista completo, que transitava entre linguagens, estilos e identidades com uma liberdade rara. Sua ausência deixou um vazio, mas também um legado criativo que segue inspirando até hoje.
No meio de tudo isso, dezembro de 2016 guarda um capítulo muito especial da minha própria história. Foi quando realizei um sonho de vida: inaugurei minha galeria de arte, a Montmartre. De lá pra cá, o cenário das artes plásticas piauienses nunca mais foi o mesmo. Foram exposições coletivas e individuais, obras ganhando lar em casas e empresas no Piauí e pelo Brasil. Em pouco tempo, a Montmartre se firmou como um lugar de encontros criativos e muita arte circulando. Pensar que agora comemoramos uma década em atividade me orgulha demais!
Que alegria olhar pra trás e perceber o quanto aquele ano foi, de fato, um ponto de partida. E vocês, quais lembranças de 2016 guardam com carinho? Nos vemos no próximo post!
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