Aprovado no ano passado pelo Conselho Federal da OAB, o projeto de paridade de gênero passa a valer nas eleições da entidade deste ano, previstas para o mês de novembro.
Com o efeito, as chapas só serão registradas se alcançarem a cota de 50% de mulheres, tanto para titulares como para suplentes.
A proposta na OAB foi apresentada por Valentina Jungmann, Conselheira Federal do Estado do Goiás. O Piauí foi o primeiro a votar a favor do projeto no Colégio de Presidentes de Seccionais que, na opinião da advogada Élida Franklin, ouvidora geral da OAB-PI, garante a democracia da classe.
Atualmente, no Brasil, o número de profissionais que atuam na advocacia é composto por cerca de 609 mil homens e 609 mil mulheres.
“Hoje temos um cenário com 50% de advogados e 50% de advogadas, portanto, nada mais justo que essa proporção seja representada nos cargos de gestão”, defende a advogada.
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