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Postada em 02/07/2021 ás 09h10 - atualizada em 02/07/2021 ás 10h10

Laudo cadavérico aponta que Firmino Filho morreu por causa de politraumatismo

A conclusão do juiz Valdemir Ferreira Santos, da Central de Inquéritos, foi de que o ex-prefeito teria cometido suicídio.
Laudo cadavérico aponta que Firmino Filho morreu por causa de politraumatismo
Foto: Roberta Aline

O Laudo Cadavérico afirma que a morte do ex-prefeito de Teresina Firmino Filho foi causada por politraumatismo provocado por lesões que ocorreram quando a vítima vai de encontro ao objeto causador da lesão. Essa é a conclusão do documento produzido durante as investigações do caso, que correu em segredo de Justiça. 

A conclusão do juiz Valdemir Ferreira Santos, da Central de Inquéritos, foi de que o ex-prefeito teria cometido suicídio. Ao final, ele determinou o arquivamento do Inquérito Policial "em razão da ausência de tipicidade penal do fato ocorrido".

“Não foi demonstrada conduta delitiva nos autos, tendo em vista a natureza exclusivamente autônoma e reflexiva da morte causada por suicídio, demonstrada pela documentação policial. O falecimento foi causado a Firmino da Silveira Soares Filho por suas próprias condutas", esclarece o juiz na decisão.

A perícia apurou ainda que não havia outra pessoa na sala de onde o Firmino estava ou mesmo que tivesse havido um embate físico travado pela vítima, concluindo que a causa morte foi realmente suicídio. Os depoimentos também corroboram para a conclusão. Pessoas próximas, inclusive a deputada Lucy Soares, a viúva.

“Perguntada se havia constatado algo de anormal com Firmino, a depoente afirmou que, desde fevereiro deste ano, notou que a vítima estava muito triste, muito calada, olhando perdido para o tempo. Quando perguntava para o ex-prefeito o que ele tinha, ele apenas dizia estar triste, momento em que a depoente tentava animá-lo. Acerca do motivo da tristeza, Firmino não dizia especificamente o motivo, mas a depoente acreditava ser a saída da prefeitura, após muito trabalho durante a pandemia, e a nova rotina de trabalho no TCU, bem como o agravamento da pandemia”, relatou o magistrado sobre o depoimento da companheira do ex-prefeito.

A chefe de Firmino Filho no Tribunal de Contas da União (TCU-PI) também foi ouvida pela polícia. Ela contou que o auditor chegou a dizê-la que iria solicitar uma licença médica. A conversa aconteceu três dias antes da morte do ex-gestor.

“Ele relatou a dificuldade de retorno ao trabalho e confessou que estaria em depressão, usando medicamentos que atrapalham sua memória, não conseguindo realizar as atividades de forma satisfatória. Em determinado momento da conversa, a vítima diz que retornou ao trabalho por indicação médica para ocupar a mente com outras atividades, mas que não estava conseguindo acompanhar e iria solicitar uma licença médica, pois estava muito mal e enfatizou outras vezes que “estava mal”.”, comunicou o juiz sobre as declarações dela.

O Caso

No dia 6 de abril deste ano, o corpo de Firmino Filho foi encontrado na entrada do prédio do Tribunal de Contas da União (TCU), na Zona Leste da capital, onde o ex-prefeito era servidor de carreira. Segundo a assessoria do ex-prefeito, ele teria caído do 14º andar do edifício.

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