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Postada em 14/07/2020 ás 15h33 - atualizada em 14/07/2020 ás 16h42

Campanha sinaliza violência contra as mulheres a partir de um X vermelho na mão

A Defensoria Pública do Piauí aderiu à campanha 'Sinal Vermelho' de combate à violência doméstica e familiar contra mulheres
Campanha sinaliza violência contra as mulheres a partir de um X vermelho na mão
Cartaz da campanha Sinal Vermelho. Foto: Divulgação.

A Defensoria Pública do Estado do Piauí aderiu à campanha Sinal Vermelho, idealizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a Associação dos Magistrados Brasileiros (Amapi), tendo por objetivo ampliar canais silenciosos de denúncia de violência doméstica e familiar em nosso país. No Piauí, a campanha também conta com a adesão da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Tribunal de Justiça, cujo coordenador, desembargador José James Almeida, se dirigiu ao defensor público geral, Erisvaldo Marques dos Reis, no sentido de somarem esforços para o desenvolvimento da ação. A campanha é apoiada pelo Colégio Nacional de Defensores Públicos Gerais (Condege).

Mulheres em situação de violência ainda se constituem em uma triste realidade no Brasil, agravada pelo atual momento de isolamento social, no qual elas ficam mais vulneráveis as ações do agressor. Diante desse cenário, o CNJ e a AMB tomaram a iniciativa de lançar a Campanha Sinal Vermelho, contado com a adesão de farmácias de todo o Brasil.

O protocolo é simples. Com um “X” vermelho na palma da mão, que pode ser feito com caneta ou mesmo um batom, a vítima sinaliza que está em situação de violência a um, atendente de farmácia ou drogaria que aderiram. Com o nome e endereço da mulher em mãos, os atendentes deverão ligar, imediatamente, para o 190 e reportar a situação. O projeto conta com a parceria de 10 mil farmácias e drogarias em todo o país, entre as quais Pague Menos e Drogasil, que atuam no Piauí.

“O objetivo da campanha é oferecer um canal silencioso, permitindo que essas mulheres se identifiquem nesses locais e, a partir daí, sejam ajudadas e tomadas as devidas soluções. É uma atitude relativamente simples, que exige dois gestos apenas: para a vítima, fazer um X nas mãos; para a farmácia, uma ligação”, disse a coordenadora do Movimento Permanente de Combate à Violência Doméstica do CNJ, Conselheira Maria Cristiana Ziouva.

A coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar da Defensoria Pública, defensora pública Lia Medeiros do Carmo Ivo, ressalta a importância do cuidado com o desenvolvimento da campanha. “É necessário que essa iniciativa conte com o suporte necessário para efetivamente proteger a mulher, sendo importante que os profissionais das farmácias tenham uma orientação, ao menos básica, dos instrumentos que irão acessar, entendendo, por exemplo, se a situação que se apresenta enseja o acionamento da polícia (190) ou do 180. É sempre interessante o incremento dos canais de acesso aos serviços, mas sempre acompanhado da resposta eficiente.”

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