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Postada em 02/03/2018 ás 11h49 - atualizada em 02/03/2018 ás 16h22
Fonte: Redação

Professores do Piauí recebem duas vezes menos que do Maranhão

No estado vizinho, o reajuste foi de 6,81% e professor passa a receber R$ 5.750. Já no Piauí, o salário é de R$ 2.455 com proposta de aumento em 3,4%
Professores do Piauí recebem duas vezes menos que do Maranhão
Professores da rede estadual em protesto no Palácio de Karnak. (Foto: Roberta Aline)

Nesta última terça-feira (27) o governador, Flávio Dino (PCdoB), assinou o reajusta do piso salarial dos professores da rede estadual do Maranhão para R$ 5.750 aos que atuam 40h e R$ 2.875,41 para 20h. Portanto, o valor chega a ser o dobro do que o magistério piauiense recebe, hoje em R$ 2.455.

O reajuste no estado vizinho beira os 7%, enquanto no Piauí, a proposta do governo é de 3,4% para os professores ativos em forma de auxílio alimentação referente a fevereiro e janeiro. Em março o valor iria cair na folha de pagamento.

Aos demais funcionários, o valor apresentado pelo governo seria de 3,14% em forma de auxílio alimentação ainda referente a 2017 e a partir de maio o valor iria também cair na folha de pagamento. Os aposentados não receberiam o auxílio alimentação e os 3,41% só seriam reajustados a partir de outubro.

Tal ideia foi rejeitada pela categoria que decidiu continuar a greve em 90% das escolas do Piauí. Para a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação (SINTE), Paulina Almedia, o governo argumenta que a Lei de Responsabilidade Fiscal atrapalha realizar aumentos, mas que o mesmo cria gastos criando secretarias e cargos comissionados.

 “O que vemos é que o governador do Maranhão ou o prefeito de Oeiras e Teresina aplicam os 7% de reajuste. Todos pagam reajuste, pois estão cumprindo com a sua obrigação. Por que do estado do Piauí não faz? Ele diz que a Lei de Reponsabilidade Fiscal é um empecilho. Mas acredito que o empecilho são os trabalhadores da educação, pois para outras categorias ele fez reajustes”, afirma Paulina.

Além disso, os professores e funcionários reprovaram a proposta por tratar com desigualdade os trabalhadores da educação do Piauí. “O governo quer pagar um auxílio alimentação no total de R$ 40 para o funcionário o que dá R$ 1 por dia. Enquanto isso outras categorias recebem até R$ 800”, diz a presidente do sindicato.

Na manhã de ontem (1) os professores reuniram-se em frente ao portão do Palácio de Karnak em protesto. Eles foram recebidos pelo secretário de governo, Merlong Solano. Apesar do encontro, a pauta não chegou a uma resolução. Com isso, um novo protesto deve ser realizado pelos professores na próxima terça (6) no pátio da Seduc.

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